A quarentena nos mostra como estamos presos a coisas sem importância

A quarentena nos mostra como estamos presos a coisas sem importância

O artista plástico Márcio Barbosa cria com vigor em plena quarentena. Nesta obra, que ele chamou de “A mais de sete chaves”, o estar trancado vai além do confinamento e trata de limites autoimpostos.

Afinal de contas, ao reduzir nossos contatos sociais, estamos diante de nós mesmos, nos encontrando com o que somos de bom e de ruim. Podemos ver que  estamos presos a coisas absolutamente sem importância: compromissos, horários e ideias que pouco contribuem para um mundo melhor.

É quando surge uma consciência que nos toma à força, nesses tempos em que perdemos a liberdade de nos aprisionar. Mas este pode ser o primeiro passo para a liberdade que perseguimos ao longo da vida. “Que esta quarentena nos leve a pensar em romper outras prisões voluntárias e involuntárias”, espera Márcio. “Viver talvez seja isso, um abrir e fechar de portas para fora de nós mesmos”, completa.

Bianca Alves

Criadora e editora do projeto AQUI PL, é formada em Comunicação Social pela UFMG e trabalhou em publicações como os jornais O Tempo, Pampulha, O Globo; revistas Isto é, Fato Relevante, Sebrae, Mercado Comum e site Os Novos Inconfidentes

ARTIGOS RELACIONADOS

Dr. Lund faz bela festa para comemorar seus 130 anos

Dr. Lund faz bela festa para comemorar seus 130 anos

A história da localidade é contada a partir da inauguração da Estação de Ferro Central do Brasil, instalada em 1895

LEIA MAIS
Bisnetos do Comendador Antonio Alves visitam casarão da fábrica

Bisnetos do Comendador Antonio Alves visitam casarão da fábrica

Pode-se dizer que ela é a primeira casa de Pedro Leopoldo. Afinal, foi construída junto às instalações da fábrica de tecidos, para abrigar, em 1895, os diretores e suas famílias.

LEIA MAIS